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Aos Clientes, Profissionais e Parceiros da Hurb Holdings,

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Hurb Technology Apresentação institucional nesse link

Antes de Oppenheimer, um dos maiores sucessos na carreira de Christopher Nolan foi no universo de super-heróis, comandando a trilogia do Batman nos cinemas com Christian Bale protagonista. Lançado em 2008, O Cavaleiro Das Trevas foi o mais aclamado, mas uma das falas mais icônicas do filme ainda atormenta o diretor até hoje.

Estou falando da icônica frase de Harvey Dent (Aaron Eckhart) sobre deixar de ser um herói para se tornar um vilão eu não entendia o significado.

Na época eu nem entendia. Ele diz: ‘Ou você morre como herói ou vive o suficiente para se tornar o vilão’. 

Eu li em seu  e pensei: ‘Não sei realmente o que significa. Isso é realmente uma coisa?’ 

E então, ao longo dos anos desde que o filme foi lançado, parece cada vez mais verdadeiro. Nesta história, é absolutamente isso. Construa-os, destrua-os. É a maneira como tratamos as pessoas.

De qualquer forma depois de em 1 dia operarmos 3 Boeings 747, estarmos concorrendo (a empresa mais inovadora da Latam pelo MIT) e continuar fazendo milhões de Pessoas Viajarem, chegou a hora de mostrar que o Hurb é mais do que uma empresa de Travel, o Hurb desenvolve técnologias em um país que empreendedores não se arriscam a fazer bicicletas. Segue um resumo, para os milhões que nos amam, sentirem orgulho e as centenas que tiveram alguns meses uma viagem atrasado entenderem o que está por trás desse CEO que não dorme.

 

Hurb em Números

 

 

 

 

 

 

 

Outras Empresas do Grupo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Social

 

Infos adicionais sobre as empresas do Grupo:

 

Hurb Mobilidade link aqui

Hurb AUV link aqui

Hurb Cyber Security – Guard Stream link aqui

Hurb Sustentabilidade link aqui

Hurb Energy link aqui

Hurb Education link aqui

Hurb Social link aqui Revitalização da quadra da Rocinha

Hurb Labs link aqui

Diversidade Report Cultura Hurb 2022

Hurb transparência link aqui

Hurb Legal link aqui

Hurb Robotics | JV Unitree link aqui

Hurb Machine Learning “Geração de conteúdo” link aqui

Hurb Machine Learning “Geração de imagens” link aqui

Hurb ML 4 Sports link aqui

Hurb novas verticais link aqui

Hurb projeto exchange link aqui.   “em fase de idéia” 

Hurb BNDES Finance link aqui

 

 

Hurb no World Economic Forum 2023

 

Dar um pouco mais de forma e tangibilidade às ideias que temos internamente no Hurb, as quais poderiam virar eventuais colaborações, de alguma maneira. São ideias que giram em torno de uma colaboração com o World Economic Forum que estamos tentando construir bilateralmente com eles, focando no uso de dados para promover um turismo mais acessível, sustentável e com gestão baseada em dados.  

A fim de lhe dar maior visibilidade sobre o que aqui escrevo, segue um pequeno resumo no Notion sobre a iniciativa do World Economic Forum  Data For Destinations e algumas outras relacionadas. 

 

Nesse sentido, enxergamos no Hurb que podemos gerar um grande impacto através de, entre outras coisas, a construção de visualizações interativas sobre a situação do turismo e seus desdobramentos no Brasil. 

Especialmente, estamos pensando muito sobre como utilizar uma combinação de visualizações interativas, dados abertos e métricas customizadas para dar visibilidade a informações de competitividade e potencial latente de turismo de diferentes cidades e regiões no Brasil. Hoje, vemos que, antes de modelos avançados, no caso do Brasil, a visibilidade e acessibilidade dos dados é um ponto nevrálgico.

 

Pensando grande, queremos começar a rascunhar o que seria não apenas uma ferramenta aberta de inteligência sobre o turismo que poderia ser utilizada por todos, mas também uma ferramenta aberta capaz de dar visibilidade e identificar oportunidades para o desenvolvimento social e econômico de diversas localidades no Brasil através de dados. 

 

Queremos abrir um playground para que brinquem com contrafactuais e  segmentações do tipo “qual seria o impacto na cidade X caso uma nova estrada fosse construída?” ou “Quão interessante seria para empreendedores locais ampliar a estrutura turística de um destino?”. Com essas ponderações, fica impossível não pensar no What-If! 

 

Segue, o segundo assunto que vamos defender no WEF, um outro pequeno resumo no Notion com exemplos que estamos planejando nessa colaboração com o WEF para um turismo mais sustentável no Brasil. Nele, você consegue ver que a visualização é o coração de muitas iniciativas.

 

Como falamos, a realidade do Hurb hoje é que temos acesso a muitos dados, muitas conexões no setor público e de turismo e capacidade de modelagem, porém, muito pouca experiência e pessoas com aptidão/ função de construção de visualizações focadas em dados (principalmente iterativas).

 

Ainda mais quando pensamos em usar diversas ferramentas construídas por você, vemos, também,  que seria de imenso valor ter alguém do seu time, ou alunos, trabalhando conosco nessas iniciativas.

 

Nosso objetivo final é realmente trabalhar para construir algo focado em impacto social, que auxilie o setor e as pessoas envolvidas que sofreram tanto com o COVID-19. 

 

Mais do que isso, vemos que um Brasil tão cheio de belezas naturais e riquezas culturais com certeza ainda possui muitas cidades com alto potencial turístico não descoberto, que se exposto podem mudar a economia local e a vida de muitas pessoas.

 

João Ricardo Mendes

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Abaixo material mais lúdico sobre longo prazo do Hurb, em linha com alguns projetos já iniciados.

HURB – Undoing Project

Desconstrução do business plan. Construção de uma filosofia de longo prazo.

 

Porque Undoing Project?

Por anos seguimos o hype “You can’t manage what you can’t measure”, essa é uma frase repetida corriqueiramente por empresas/ empresários que confundem CRM com ciência de dados e se dizem céticos com intuição. Impressionante, essa máxima dita por esses empresários somente é falada por aqueles que não fazem ideia do que existe além de suas visões, o que, diga-se de passagem, é muito maior do que aquilo que eles conseguem enxergar.

Boa parte do que as empresas “manage” não podem ser “measured”, e somente não entende  isso aquele que realmente não quer entender,  e o grande erro é achar que dados pintam uma obra prima ignorando o que não enxergam. Ora, se os dados não são alcançados por qualquer motivo que seja, como é que eles podem influenciar nas tomadas de decisões independente das suas naturezas.

 

Hoje temos um time excepcional de Data Science e por mais eficiente que se torne processamento de dados, nosso mantra é outro, medimos tudo que podemos, avaliamos qualquer hipótese de output mas temos a humildade, há quem diga consciência,  de saber que não conseguimos medir muitas coisas. Afinal, é fácil encontrar falsos padrões ao invés de entendermos dados como sendo uma ferramenta poderosa para nos ajudar a encontrar o que está escondido.

Fazendo uma breve comparação com o que ora escrevemos, o acima dito pode ser comparado na diferenciação  básica entre a Física Clássica e a Física Quântica. Na primeira, as propriedades já estão contidas (a priori) nos objetos; enquanto que, na segunda, o objeto sequer existe antes da experiência. 

A partir das experiências e da coleta de dados começamos a moldar algo que chamamos de objeto. Este objeto, naturalmente incompleto uma vez que não há como realizar todas as coletas de dados e tampouco todas as experiências, está em construção, contendo o sabido e deixando de conter o que, por ora, se desconhece. à medida que com ele interajo. Importante entender e compreender que não é verdade que, agora (quântica), sabemos menos do que antes (clássica). Simplesmente é o que é. 

Sabemos mais, sabemos o que temos conhecimento  assim como aquilo que ainda precisamos saber, e, dessa forma ,construímos uma linguagem que contempla essa indefinição (Unknowns…).

A solução completa (cálculos de primeiro princípios) podem contemplar também o que sequer sabemos que não sabemos. Acredite! É a solução completa da equação de Schroedinger. 

Enquanto saber e não como ignorância, desenvolvemos uma linguagem comunal compreensível que descreve o que está acontecendo. 

 

Hurb Co – Long term thinking

“Reports that say that something hasn’t happened are always interesting to me, because as we know, there are known knowns; there are things we know we know. We also know there are known unknowns; that is to say we know there are some things we do not know. But there are also unknown unknowns — the ones we don’t know we don’t know” 

(Donald Rumsfeld)

 

unknown unknowns” 

 

Vamos abraçar tendências externas e benchmarks porém não muito, afinal, a mesma coisa que nos trouxe até aqui é a mesma que pode nos matar. 

Se perdermos tempo replicando o que outros estão fazendo ficamos muito bons em replicar e as descobertas limitam-se à aprendizados incrementais do que funcionou, e.g APP desenvolvido pelo fabão que quer testar tudo. Outro dia li algo cirúrgico;

If you want to learn more about a/b testing, I would encourage you to stop reading about a/b testing. And start reading about the Philosophy of Science, about Methodology, and  about Field Experiments.  

P.s estudem muito, SEMPRE. O conhecimento tem a sua volatilidade de modo que se pararmos de estudar iremos perder, aos poucos, aquilo que já estudamos e sabemos.

 

Parece imperfeito para a maioria das pessoas pois o padrão é passar muitos anos “reading the literature and then you start working on your own ideas, strategies” (Geoffrey Hinton, aka Godfather of AI) isso pode fazer sentido para algumas empresas, mas para empresas criativas faz mais sentido “read a little bit of the literature” e buscar algo que você acredite que estão fazendo errado. 

Então, estude formas de fazer melhor, e, na hipótese de um infeliz falar que isso não é um movimento normal, não desanime. 

Criatividade não é sobre aprender a desenhar, é sobre aprender a enxergar (Ed Catmull).

 

Most people overestimate what they can do in 1 year and underestimate what they can do in 8 years

 

  • Um princípio para não desanimar: Sua intuição treinada é boa? 

Se sua intuição treinada for boa, keep going porque  vai dar certo. Caso a sua intuição treinada não seja boa, não importa o que você fizer, estará criando um viés que o levará em direção ao precipício.

 

 

Muitos departamentos de computação tem uma lenta compreensão da revolução em que estamos passando. 

A relação com computadores mudou. Ao invés de programá-lo, mostramos o caminho e eles decidem a melhor forma. Departamentos de computação foram orientados à ideia de programarmos computadores, em detrimento de “shown instead of programing”.

 

 

Existem visões completamente diferentes sendo uma de que um pensamento é apenas um grande vetor de atividade neural, e a outra de que um pensamento é uma expressão simbólica (Symbolic Expression). 

Pesquisadores e acadêmicos que pensavam que pensamentos eram expressões simbólicas cometeram um erro enorme.

 

É como num circuito: entra uma sequência de palavras, sai é uma sequência de palavras. Cadeias de palavras são, então, a maneira óbvia de representar as coisas. Logo pensaram que sequências de palavras deveriam estar no meio.

 

E o que está no meio não é uma sequência de palavras. A ideia de que os pensamentos devem estar em algum tipo de linguagem é tão errada quanto a ideia de que o entendimento do framework de que uma “espacial scene must be in pixels”.

 

A ideia de que os pensamentos são apenas um grande vetor de atividade neural tem sido amplamente aceita entre os pesquisadores e acadêmicos da área de ciência cognitiva. Isso se deve em parte à evidência científica que sugere que o cérebro é responsável por todas as nossas funções mentais, incluindo o pensamento, a memória e o processamento de informações.

Essa visão é muito diferente da visão tradicional de que os pensamentos são expressões simbólicas, ou seja, sequências de palavras que representam as coisas. Essa ideia foi muito popular entre os pesquisadores e acadêmicos durante muitos anos, mas foi refutada por evidências científicas que sugerem que os pensamentos não são representados em linguagem.

De acordo com a teoria do vetor de atividade neural, os pensamentos são como um circuito que entra com uma sequência de palavras e sai com outra. Isso significa que os pensamentos não são expressões simbólicas, mas sim uma espécie de processamento de informações que ocorre no cérebro. Essa visão é muito mais coerente com o que sabemos sobre o funcionamento do cérebro e da mente humana do que a visão tradicional de que os pensamentos são expressões simbólicas.

A ideia de que os pensamentos devem ser representados em linguagem é tão errada quanto a ideia de que o entendimento de uma cena espacial deve ser representado em pixels. Isso se deve ao fato de que a linguagem é apenas uma ferramenta para a comunicação, e não é o próprio pensamento. Portanto, é importante lembrar que os pensamentos não são expressões simbólicas, mas sim um processo de processamento de informações que ocorre no cérebro.

 

 

Dito isto, os Pixels entram e então os pixels saem, mas o que está no meio não são pixels. Pensamentos são apenas esses grandes vetores, e esses grandes vetores têm poderes causais. Eles causam outros grandes vetores, que diferem da visão padrão de AI de que pensamentos são expressões simbólicas.

 

 

Prazer, Hurb!

 

Há 3-4 anos definiria o Hurb Co hoje como uma agência de viagens online (OTA), um espaço bastante explorado e até saturado na indústria de tecnologia. Se não assumirmos isso, estaremos cegos sobre a nossa própria indústria.

 

Antes mesmo do COVID19 e seus impactos no turismo, vimos recentemente Expedia e TripAdvisor, líderes globais, manifestando os desafios de crescimento e dependência de canais pagos.

 

O caminho de ser uma OTA é mais fácil, previsível e levaria a um crescimento mais rápido. 

O caminho alternativo que estamos desbravando é menos explorado, cheio de caos para gerenciar e ideias não-convencionais. 

 

Esse caminho é interdisciplinar, envolve o empreendedor regional local, investimento em educação e orientação à retornos de longo prazo até em momentos de crise. Esse é o nosso único caminho. 

 

Corrijo, então, que o Hurb hoje é uma OTA (Integrator / Aggregator) em processo de transformação para se tornar uma Plataforma. Plataforma esta  que com somente um clique oferece as melhores tecnologias e soluções para distribuição. 

Pensar enquanto plataforma é uma decisão estratégica que requer uma abordagem diferente em relação aos negócios e ao desenvolvimento de produtos. Ao invés de se concentrar apenas em um produto ou serviço específico, as empresas que pensam enquanto plataforma precisam criar um ambiente aberto e flexível que possa ser usado por diferentes tipos de usuários e parceiros.

Ser visto como uma plataforma é uma conquista importante para qualquer empresa ou organização. Isso significa que ela é reconhecida como um lugar onde diferentes grupos podem se conectar e interagir, e que ela é capaz de oferecer valor para esses grupos de maneira consistente. Ser visto como uma plataforma também pode ser uma vantagem competitiva, pois pode ajudar a atrair e reter usuários e parceiros.

 

 

Segue desenho do nosso modelo de Distribuição em Travel, o que chamamos de Flywheel.

 

 

 

 

 

 

When Hurb grows up… (becoming)

 

Platform is the foundation in which entire ecosystems are built.

 

 

Plataformas são facilitadoras da relação entre usuários e 3rd party suppliers. Neste contexto, o usuário representa o demand side, seja ele o viajante, hoteleiro, fornecedor até um concorrente; enquanto o 3rd party representa o supply-side. 

Como plataforma, demand e supply são variáveis de acordo com cada interação. 

 

Muitas vezes o retorno de determinada solução integrada à plataforma não é direto, mas indireto com potenciais ganhos de market share e escala imediata ou de longo prazo.

 

No nosso modelo de plataforma:

  • Soluções desenvolvidas entre Hurb entram como “Third Party”, muitas das quais podem e serão consumidas por indústrias diversas, e.g Modelo Preditivo, AI Pricing Management, Dashboard de Causal Impact, Weather Forecast, Cloud-based tool for tagging ads based on content.
  • Soluções em comunicação para o hoteleiro com Chat em Artificial Intelligence em parceria com o Facebook. Solução como “Third Party” e sem custo para o hoteleiro
  • Soluções de tecnologia, inclusive para players que ainda não são parceiros do Hurb
  • Soluções otimizadas e eficientes em Google Cloud (primeira empresa case)
  • Soluções em modelo de open platform para que qualquer desenvolvedor possa disponibilizar soluções para a indústria. Exemplos de soluções desenvolvidas in-house são: acesso simplificado à dados para tomada de decisão interna, entre usuários e 3rd parties. As soluções vão de modelo preditivo de vendas e CRM à dashboard de análise causal. Outros exemplos são a ferramenta de auditar SEO, modelo de recomendação e ferramenta de mapa de calor. Como optamos pelo modelo de open platform, qualquer desenvolvedor pode subir uma solução para a indústria
  • Soluções em distribuição com alcance em escala, tecnologia, dados e criatividade para entregar a melhor solução a quem precisar dela. Estamos prontos para junto com o BNDES fomentar o projeto de parques florestais, benchmark internacional de parques florestais que recebem milhares de visitantes ao ano, a criação de destinos hoje tem grande potencial em social media (como o caso de Antelope Canyon), a distribuição (via canais e bids automatizados) e mensuração se torna possível. 

 

 

A imagem abaixo ilustra a diferença entre uma plataforma e um agregador (OTA): 

 

 

 

 

É isso o que fazemos bem e trabalhamos todos os dias para fazer ainda melhor. Em cada um dos quatro pontos seguintes esclarecemos porque apostamos que este caminho nos levará à destinos mais prósperos para o Hurb e para o ecossistema que estamos inseridos:

 

  1. Software, empreendedorismo e distribuição

“Um dia percebi que a ciência sozinha não iria ajudar as pessoas. Precisava do empreendedorismo para viabilizar o produto final. Neste dia, me descobri empreendedora” 

– Deborah Zanforlin, Biomédica

 

O Hurb como canal de distribuição. Isso significa eficiência máxima possível – e o possível em tecnologia muda todos os dias – para entregar o destino certo para o usuário certo. 

Eficiência de bidding no leilão da busca do Google; testar, errar e aprender cada detalhe que melhora a performance nos algoritmos de metasearch; engajar tanto os usuários no país mais social do mundo e ter a maior página de Travel no Facebook globalmente. Tem muita ciência (de dados e de automação, por exemplo) no trabalho de distribuição e é a ciência que viabiliza ocupar hotéis de empreendedores espalhados por todo o Brasil. 

 

Diferente do resto do mundo, 9 em cada 10 hotéis no Brasil são independentes e não fazem parte de grandes redes. Dos ~36,500 hotéis no país, temos contrato direto com aproximadamente 14,000 deles. 

 

É através do relacionamento com o hoteleiro que o impacto econômico local é gerado. No instante em que a ciência da distribuição ocupa os quartos de um hotel, aumenta a capacidade de investimento em expansão, gera mais empregos e movimenta a economia local; temos um ciclo virtuoso de crescimento de um destino e aumento de demanda, melhorando a capacidade de distribuição.

 

Conseguimos dar recursos ao hoteleiro para alavancar seu negócio combinando ciência e empreendedorismo. Dois casos que ilustram o impacto de distribuição:

 

  • Em 2011 Olímpia/SP tinha 3 mil quartos de hotel disponíveis. Hoje Olímpia possui 23 mil quartos e a projeção é que em 2029 tenha 46 mil quartos, identificamos esse destino através da tendência de busca por águas termais e apontamos essa demanda para lá.
  • Em 2013, adiantamos R$2.5M para a construção do Porto Seguro Praia Resort com contrato de exclusividade. Com contrato de pré-compra e capacidade de distribuição, rapidamente ocupamos todos os quartos disponíveis gerando negócios para o Hurb e deixando um legado para a economia local.

 

  1. Investimento em Educação Hurb

“Nem todo bom aluno é bom professor”

― Santos Dumont

 

Recrutamos os melhores alunos, queremos desenvolver nossa equipe para se tornarem os melhores professores capazes de formar mais equipes com alta performance e vasto conhecimento, assim como fazer pontes acadêmicas valiosas.

 

Com a aproximação do Hurb face à academia somado aos grandes investimentos que a empresa tem feito na área da educação, a bem da verdade, verifica-se que estamos investindo em nosso negócio e no desenvolvimento social. Alguns exemplos de práticas adotadas:

  • Com o Hurb Development Program Global, financiamos estudos para profissionais do Hurb nas melhores universidades do mundo, focando em cidades que já temos operação local
  • Parceria com centros acadêmicos como o de McGill em Montreal e da Universidade do Porto
  • Participação em linhas de pesquisa do Laboratório do Prof Yoshua Bengio, vencedor do Prêmio Turing 2019
  • Parceria com o Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) que engloba investimento do Hurb no Instituto e troca de conhecimento combinando desafios de mercado e conhecimento acadêmico. Deve-se ter a consciência de que investir de verdade em parcerias acadêmicas não é supor que a acadêmia é uma consultoria. 
  • Desenvolvimento do Lab Hurb IMPA investindo no que há de melhor em estrutura de ferramentas, software, hardware e visualization para os professores, pesquisadores e alunos do IMPA: 
    • Recentemente 3 membros do nosso time de Machine Learning, o mais velho de 26 anos, apresentaram para os Doutorados em Matemática e Estatística do IMPA um desafio sem antes modelá-lo do zero. Esse evento foi o kick off da parceria Hurb + IMPA. A continuação das modelagens e ideias que surgiram nessa troca nos fez perceber que existe uma sinergia natural entre o problema que tentamos resolver e outras verticais de diferentes indústrias. A aproximação do Hurb com o IMPA nascia com uma troca de impacto escalável e investindo na infraestrutura da educação do país, esse output muitas vezes imensurável.
    • A estrutura do IMPA Hurb Lab trará oportunidades para os estudantes do IMPA desenvolverem soluções combinando ferramentas técnicas com aplicações de impacto social, como:
  • Parceira de investimento no Hurb Minerva Robótica em que financiamos o laboratório de robótica da UFRJ. Os melhores engenheiros do país trabalhavam num laboratório em condições precárias, em menos de 2 anos investindo (a título de doação) na Equipe, levamos o Brasil para disputar o Mundial de Robótica no Japão. Os alunos da UFRJ membros do Minerva passam o conhecimento adiante ensinando robótica para crianças.
  • Ativação dos modelos preditivos do Prof Paulo Orenstein. Em seu mestrado em Stanford, o professor do IMPA desenvolveu modelos duas vezes mais assertivos de previsão do tempo do que o usado pelo governo americano (Improving Subseasonal Forecasting Forecast Weather – Paper). Inicialmente, o objetivo do Hurb era calibrar o algoritmo para dar lances mais eficientes com base no tempo, aumentando a eficiência em distribuição, e também aprendemos que: “Durante os últimos 8 anos, cada estado do Oeste dos Estados Unidos sofreu com secas que afetou a economia local e nacional trazendo impactos para a agricultura, fornecimento de água e energia” (David Raff USBR)

 

A provocação extrapolou modelos de bid e tornou-se uma pergunta: “Conseguimos ampliar a aplicação de modelos de ML de distribuição de viagens no curto prazo para um impacto extenso em toda a economia?

 

Uma vez que temos uma plataforma disponível e acessada por todos os Players que necessitam de ferramentas que aumentem a eficiência de distribuição (em Travel ou não), podemos não só distribuir ocupação em hotéis, mas também outros serviços que fomentem seu negócio. Podemos, ainda, usar dados de previsão de tempo para contribuir com o meio ambiente, acesso à água e agricultores?

 

  1. O Jovem Profissional Brasileiro

“A manutenção da paz e da segurança está indissociavelmente ligada à igualdade dos direitos entre homens e mulheres”

– Sérgio Vieira de Mello

 

O Hurb nasceu diverso. Metade das lideranças são mulheres e igualdade de oportunidade na ascensão profissional independe de gênero, idade, orientação sexual e raça. Importante dizer que não foi um esforço reativo aos novos conceitos, como a maioria das empresas precisam fazer, mas sim um princípio que sempre nos guiou. 

 

Nossas lideranças são jovens, muitas vezes ainda recém formados ou logo após terminarem mestrado, trabalham muito e são curiosas por aprender e conectar-se com o mundo. Seguem alguns casos que nos inspiram:

 

 

Outro aspecto valorizado pelo jovem profissional brasileiro que também contribui para um ambiente inclusivo, de alta performance e globalizado é a fluência em idiomas e experiências internacionais. Oferecemos aulas de inglês, programação, SQL, ML, VBA dentro do escritório, integralmente pagas, e também financiamos integralmente cursos no exterior nas melhores faculdades do mundo, focando nas faculdades que temos escritório local em parceria (Porto, Delft, Montreal e Munich em breve). Esse ano profissionais brasileiros do Hurb participaram de programas em Harvard, Stanford, CalTech, Universidade do Porto e Instituto Politécnico de Porto.

 

 

  1. A Presença Brasileira no Exterior

“Brasileiro só aceita título se for de campeão. E eu sou brasileiro”

― Ayrton Senna

 

Em 2019 entregamos um plano antigo de expandir internacionalmente. A expansão tem algumas características únicas:

 

  • Somos uma empresa de tecnologia, não baseamos nossa expansão com base em mercado. Nossa expansão é definida com base em parcerias com universidades de excelência pelo mundo, combinando objetivos de pesquisa e desenvolvimento a ser importado para o Brasil e atração e retenção de talento ao oferecermos vivências de trabalho e estudo no exterior. 
  • A internacionalização dos escritórios também nos amadurece como organização com novas formas de trabalho remoto, sensibilidade cultural e conhecimento internacional
  • Somos uma empresa de distribuição e na expansão internacional avaliamos a nossa capacidade de escala. Estar presente em todos os mercados consumidores e ser plataforma de distribuição no exterior também é nossa visão. 
  • A resiliência, agilidade e capacidade de fazer mais com menos do brasileiro se torna vantagem competitiva e é assim que começamos a fincar nossa bandeira no exterior. 

 

Conforme escalamos internacionalmente, ganhamos mais margem para investir em pesquisa, desenvolvimento e fomentar a economia local. Passamos a operar com complexidade global, mas diversificamos nossos riscos.

 

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