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US Open: entenda como Nova York foi pioneira na luta por igualdade de gêneros

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Boa parte dos olhares do mundo estão voltados para Nova York. A cidade está sendo palco do US Open, que é o último Grand Slam do ano. A importância esportiva do torneio é gigantesca. Mas a sua relevância para a luta de igualdade de direitos entre homens e mulheres pode ser ainda maior. Afinal, ele foi o primeiro grande evento do esporte a igualar a premiação entre homens e mulheres. E olha que isso aconteceu há 50 anos.

Em 1972, o romeno Ilie Nastase  conquistou o título da chave masculina do US Open e recebeu uma premiação de 25.000 dólares, enquanto a vencedora do torneio feminino, a americana Billie Jean King, obteve uma quantia consideravelmente menor: 10.000 dólares. Essa disparidade na remuneração entre homens e mulheres era, na época, uma realidade lamentável.

No entanto, no ano seguinte, tudo começou a mudar graças à iniciativa da então campeã Billie Jean King. Ela passou a pleitear igualdade de premiação em dinheiro para ambos os sexos. Assim, com o apoio de um patrocinador, o desodorante Ban, o US Open se tornou pioneiro ao ser o primeiro torneio de tênis a equiparar os prêmios concedidos nas chaves feminina e masculina.

Se o torneio é uma referência nessa luta por igualdade, Billie Jean King pode ser considerada uma das mulheres mais importantes da história do tênis. Ela teve um papel muito importante na criação da Associação de Tênis Feminino (WTA). E, ainda em 1973, ela alcançou uma vitória icônica ao derrotar o americano Bobby Riggs na partida amplamente conhecida como a “Batalha dos Sexos”.

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